Marisa Flórido no Panoramofônico

Marisa Flórido César _ Panoramofônico _ Fragmentos da Fala
(link para compêndio de todos os fragmentos dentro da plataforma Estúdio Livre)

Marisa Flórido_ Panoramofônico_ fragmento 01 _3m40s

“Nesta época me chamou muita atenção dois movimentos que aconteciam, um era a cidade, trabalhos na cidade, que é claro tem um aspecto urbanístico… uma outra escalo…uma outra escala… e de outro estes espaços, inclusive alguns eram casas, casas de artista… se criava uma rede de hospitalidade pelo Brasil …”

[rés-do-chão / casa da grazi / base / laranja /organização em rede / temporalidades de modelos diversos]

Marisa Flórido_ Panoramofônico_ fragmento 02 _ 3m17s

“[…] as fronteiras se tornavam mais fluidas, não só pela desterritorialização dos fluxos de imagens, de capital, de informação, mas porque estas grandes ilusões do modelo construído pelas narrativas estavam em colapso… se estava num mundo que se experimentava nesta fluidez dessas fronteiras … e ao mesmo tempo as fronteiras migravam para dentro da cidade… e no Rio de janeiro isto era muito atroz, porque vemos isto na guerra do tráfico… vemos uma luta por território… então, enquanto havia sempre este movimento dúbio, algo acontecia aqui dentro, neste mundo que se experimentava em rede…”

[ rede de cidades competitivas/ museus-bibelô como uma coleção internacional de objetos/ cidades solidárias organizadas em torno de um problema comum]

Marisa Flórido_ Panoramofônico_ fragmento 03_ 1m30s

“Enquanto neste mundo que constrói redes as cidades passam a ser foco, foco desse mundo, alguma coisa acontecia com o que era o espaço por tradição da cidade… que era o espaço da vida em comum… enquanto ela [a cidade] ganhava importância neste mundo, ao mesmo tempo o que representava a cidade… se dilacerava, entre elas a noção do cidadão, de cidadania e de civilização única… era o que se confrontava com seus próprios limites… era aquilo que entrava em colapso…”

[ Ronald Duarte/ RRadial/ Romano/ Rio trágico]


Marisa Flórido_ Panoramofônico_ fragmento 04_ 4m30s

Romano não sei se vocês viram pelo menos o projeto desse trabalho, ele escreveu no morro lá de Nova Iguaçu ‘Não matarás’, mas com o logo de Hollywood, aquilo para mim era um trabalho genial, a cidade do sonho se tornando no pesadelo do genocídio… o que significava este não matarás, para mim não era o signo de uma comunidade religiosa, não era um imperativo categórico, não era um imperativo ético, mas aquilo que a ética nos deixava como um problema: a responsabilidade sobre o outro e sobre nos mesmos, e quem era esse nós…

[ as discussões sobre as teorias da arte & as discussões sobre o comum/ o regime estético da arte & e o regime ético que retorna]

Marisa Flórido_ Panoramofônico_ fragmento 05_ aparte de Mauro Sá_1m18s

“Tem um que faz um trabalho sobre o Jean Luc Nancy, e basicamente, discutindo Jean Luc Nancy e a noção do comum, que é um professor da PUC de São Paulo, que é um dos filósofos mais interessantes que tem hoje no Brasil e que se chama Peter Pál Pelbart…”


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